Helmi Nasr — 442
36:28 E não fizemos descer sobre seu povo,[1] depois dele, exército algum do céu; e não é admissível que o fizéssemos descer.
36:29 Não houve senão um só Grito; então, ei-los extintos.
36:30 Que aflição para os servos! Não lhes chegou Mensageiro algum, sem que dele zombassem.[1]
36:31 Não viram quantas gerações aniquilamos, antes deles? As quais a eles jamais retornarão.[1]
36:32 E, por certo, todos reunidos, serão trazidos para junto de Nós.
36:33 E é um sinal, para eles, a terra morta: vivificamo-la e dela fazemos sair grãos; então, deles comem.
36:34 E, nela, fazemos jardins de tamareiras e videiras e, dela, fazemos emanar fontes,
36:35 Para que eles comam de seus frutos e do que suas próprias mãos fazem. Então, não agradecem?
36:36 Glorificado seja Quem criou todos os casais do que a terra brota, e deles[1] mesmos e do que não sabem!
36:37 E é um sinal para eles a noite, da qual esfolamos o dia: então, ei-los imersos nas trevas.
36:38 E o sol corre para uma morada pertencente a ele: essa é a determinação dO Todo-Poderoso, dO Onisciente.
36:39 E a lua, determinamo-lhe fases, até tornar-se como o velho racemo da tamareira.[1]
36:40 Não é concebível ao sol atingir a lua, nem à noite antecipar-se ao dia. E cada qual voga, em uma órbita.